Diferença entre HIV e Sida, tratamento.

O HIV, sigla de Human Immuniodeficiency Virus, em inglês, é o causador da Sida (Síndrome de Imunodeficiência Adquirida), mas isso não significa que todas as pesssoas que contraiam o virus venham a desenvolver a doença. Atualmente ainda não existe uma cura para a Sida, mas o virus pode ser controlado com medicação.

A única maneira de evitar que a Sida se desenvolva é iniciar o tratamento adequado após o diagnóstico de infecção pelo virus o mais precoce possivel. Caso contrario se nada for feito de forma a evitar o percurso natural da doença, ela vai evoluir para Sida.

Esse processo em algumas pessoas evolui de forma muito rápida, podem desenvolver a doença até dois anos após o contágio. Em média a doença desenvolve-se ao fim de sete anos, que varia de pessoa para pessoa, mas não faz sentido esperar por sintomas agravados para iniciar o tratamento.

Fases do Tratamento

O tratamento é direcionado para fases distintas da replicação do vírus. Existem tratamentos que se destinam a impedir a entrada do vírus na célula humana e os que impedem a replicação do vírus no seu material genético, evitando a entrada do RNA viral no organismo.

A primeira fase da doença, conhecida por fase aguda, causa sintomas similares a gripe, como febre e mal-estar. Essa clínica ocorre entre duas e quatro semanas após a infeção do vírus.

A segunda fase é característica por ser assintomática, neste momento o HIV está ativo mas, com reprodução baixa. 

Com a evolução do vírus no organismo, as células de defesa passam a funcionar com menos eficiência até serem destruídas. Os sinais mais comuns nesse período são a febre, a diarreia, suores noturnos e o emagrecimento.

A fase da infeção, quando a Sida se manifesta propriamente, o sistema imunológico já está seriamente comprometido, permitindo o aparecimento de doenças oportunistas, como hepatites virais, tuberculose, pneumonia, toxoplasmose e alguns tipos de carcinomas.

O uso correto dos medicamentos evitam o enfraquecimento do sistema imunológico e a evolução da doença.

Viver com Esclerose Múltipla

A esclerose múltipla (EM) é uma doença que afeta o sistema nervoso central, nomeadamente o cérebro e a medula espinhal.

Causas da Esclerose Múltipla

A causa da EM não é conhecida, mas a doença terá inicio quando surge alguma lesão na mielina ( camada protetora que isola as fibras nervosas) interrompendo assim os sinais de e para o cérebro.

As causas possíveis mais estudadas, no conhecimento atual da doença, variam entre:

  • imunológicas
  • epidemiologicas (baixos valores vit.D, tabagismo, obesidade)
  • genéticas
  • e agentes infecciosos (como vírus)

Sintomas

Como descrito anteriormente, a interrupção dos sinais de comunicação no cérebro leva ao aparecimento dos primeiros sintomas da EM. Os sintomas da EM são variáveis e imprevisíveis, podendo os mesmos alterar ao longo do processo de doença. Os mais comuns são:

  • dormência e / ou formigueiro das extremidades
  • alteração de humor
  • perda de memória
  • depressão
  • dor
  • fadiga
  • cegueira e/ou paralisia.
  • alterações urinárias e intestinais
  • disfunção sexual

A importância de controlar os sintomas

Além da medicação, a reabilitação assume-se como uma parte importante nos cuidados de saúde em todos os estágios da doença. Estes cuidados de reabilitação podem ser disponibilizados por diversos profissionais, desde Fisioterapeutas ,Terapeutas da Fala, Terapeutas Ocupacionais, etc.

Fisioterapia

Os fisioterapeutas avaliam a capacidade de mobilidade do corpo, e, adotando um programa de exercícios ,ajudam a promover a independência e a segurança do doente. Além disso, a reabilitação pode ajudar a prevenir complicações como fraqueza muscular e contraturas musculares .

Terapia ocupacional

Os terapeutas ocupacionais ajudam a aumentar a independência, produtividade e segurança do doente em todas as atividades. Podem aconselhar alterações na residência e/ou local de trabalho para garantir essa mesma segurança e acessibilidade. Podem também avaliar e tratar problemas de pensamento e memória.

Terapia da Fala

O terapeuta da fala avalia e trata problemas de fala e/ou deglutição –O objetivo da terapia é melhorar a facilidade e a clareza da comunicação, bem como promover a deglutição segura e a saúde geral.

Procure acompanhamento regular e os melhores aconselhamentos nos nossos profissionais habilitados.

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Vantagens do vegetarismo e veganismo

As dietas vegetarianas já existem desde 700 A.C., por razões ética, religiosas, dietéticas ou por uma questão de saúde.

O veganismo assume a principal razão como ética, têm como objetivo evitar todas as formas de exploração animal no que se refere a alimentação ou mesmo a todos os produtos de origem animal, seja para a higiene, vestuário, maquiagem, e até remédios. Mais do que uma dieta, é uma filosofia de vida relacionada com a libertação animal.

Já o vegetariano não come carne, aves, peixe e frutos do mar, porém alguns adicionam os laticínios ou ovos na dieta.

Estes dois tipos de dieta têm uma alimentação composta, basicamente, de frutas, folhas, legumes, cereais, leguminosas, nozes e sementes.

A dieta vegana possui baixos níveis de colesterol e gorduras saturadas, como resultado, diminui o risco de entupimento das veias e artérias, e reduz o risco de enfarte agudo do miocárdio. Além disso, existe uma relação entre o veganismo e o baixo risco de carcinoma.

A alimentação vegetariana diminui o consumo de sódio, que contribui para doenças cardíacas.

Estas duas opções de dieta, apresentam outros benefícios, entre eles, redução de risco de diabetes tipo II e ajuda no tratamento para aqueles que já apresentam a doença, contribui para atingir o peso ideal, melhora o controle da tensão arterial e do colesterol, maior consciência da sua própria alimentação.

Quem pode fazer a dieta

 

Quando bem planeada, é segura, para todas as fases da vida, incluindo gravidas, mulheres a amamentar, bebes, crianças e adolescentes, satisfazendo as necessidades nutricionais.

Apesar do vegetarismo e o veganismo bem planeado consiga suprir as necessidades nutricionais, as doses diárias recomendadas de alguns nutrientes, nomeadamente ferro, vitamina D, vitamina B12, cálcio, iodo e ómega-3, podem ser difíceis de obter exclusivamente através da alimentação. A suplementação alimentar destes nutrientes pode ser necessária.

Por fim, a alimentação vegetariana e vegana não deve ser monótona. O consumo variado de alimentos é fundamental porque diferentes alimentos contribuem com diferentes nutrientes.

Doença de Parkinson, e agora?

A doença de Parkinson é uma doença do cérebro, em que parte deste apresenta lesões acumuladas ao longo do tempo.

Estas lesões levam a diminuição de uma substancia química chamada de dopamina (responsável pelos movimentos do corpo), que por si levará ao surgimento dos sintomas de Parkinson.

 

Doença de Parkinson, a que sintomas deve estar atento?

 

Os sintomas mais conhecidos da doença de Parkinson são a agitação involuntária de partes  do corpo (o tremor), músculos rígidos e  movimento lento de braços e pernas. Além destes sintomas visíveis, existem outros percecionados pelo próprio doente, como a depressão, ansiedade, insónia, problemas de memória e olfato.

Estima-se que cerca de 1 em 500 pessoas são afetadas pela doença de Parkinson, sendo que a maioria começa a desenvolver sintomas após os 50 anos de idade. Os homens são mais vulneráveis À doença do que as mulheres.

Doença de Parkinson, tratamento atual.

 

Apesar de não haver cura para a doença de Parkinson, existem intervenções que aliviam os  sintomas e ajudam a manter a qualidade de vida dos doentes: fisioterapia e terapia, alguns medicamentos, e , em alguns casos uma cirurgia cerebral.

Doença de Parkinson, o que esperar.

 

Maior parte dos doentes responde bem aos tratamentos, impedindo assim um progressivo agravamento do quadro clínico. Existem alguns casos em que, no entanto os tratamentos tendem a perder eficácia com evolução do tempo da doença.

À medida que a condição progride, os sintomas da doença de Parkinson podem piorar e pode ser necessário recorrer a ajuda de terceiros para as actividades diárias. cA doença de Parkinson não causa directamente a morte das pessoas, mas a condição pode sobrecarregar o corpo e tornar algumas pessoas mais vulneráveis ​​a infecções graves e com risco de vida.

Procure acompanhamento regular e os melhores aconselhamentos nos nossos profissionais habilitados.

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Dor de Garganta

Dor de Garganta

A dor de garganta é um sintoma comum que pode ser proveniente de diferentes patologias como é o caso da amigdalite, laringite, faringite, entre outras.

Sintomas como estes, podem demonstrar-se incomodativos, mas podem ser aliviados com o auxílio de medicamentos como os analgésicos e anti-inflamatório. No entanto, é aconselhável sempre uma avaliação médica de forma a concluir o melhor tipo de tratamento.

Como a dor de garganta é um sintoma comum a variadas doenças, a gravidade da mesma também difere, mas isso não significa que as a intensidade da dor esteja diretamente relacionada com a gravidade da doença devendo, em regra, haver sempre uma avaliação médica.

 

Amigdalite

A amigdalite consiste na inflamação das amígdalas que são os gânglios linfáticos no fundo da garganta. Existem dois tipos de amigdalites: a aguda (pode durar até 3 meses) e a crónica (mais de 3 meses ou recorrente).  As amigdalites podem ser virais (causada por um vírus) e bacterianas (provocada por uma bactéria), tendo estas últimas um o maior número de sintomas.

Laringite

A laringite (inflamação da laringe) possui dois tipos: a aguda, com duração inferior a 3 semanas, e a crónica, (por norma) com duração superior a 3 semanas ou recorrente. Independentemente da causa, os sintomas são sempre os mesmos: disfonia (rouquidão (na maioria dos casos)), dispneia (falta de ar), tosse seca e irritativa, e dificuldades ou dor ao engolir.

Faringite

A faringite (inflamação da faringe) pode desenvolver-se tanto em bebés e crianças (faringite infantil), sendo as causas infeciosas as mais frequentes neste grupo etário. As causas podem ser infeciosas (vírica, bacteriana e fúngica) ou não infeciosas (caso das alergias respiratórias). Os sintomas variam conforme o motivo de aparecimento sendo os sintomas mais frequentes a tosse, expetoração, rouquidão, febre e cefaleias.

As causas do sintoma também podem diferir das anteriores. Posto isto, aconselhamos sempre uma avaliação médica de forma a diagnosticar a causa da dor de garganta e obter o tratamento adequado para a mesma.

 

 

Dor de Cabeça

Existem variados tipos de dor de cabeça que são capazes de ocorrer em diferentes regiões e podem ter, na sua origem, diversas causas. Os principais tipos de dor de cabeça são a enxaqueca, a tensional, a associada a sinusite e as cefaleias.

O tratamento depende do tipo de dor de cabeça em questão e geralmente consiste na toma de medicamentos como analgésicos, anti-inflamatórios ou outro tipo de fármaco específico para cada situação.

Enxaqueca

Enxaqueca é um tipo de dor de cabeça pautada pela dor intensa e pulsante. Esta pode ser acompanhada de vómitos, náuseas, tonturas e sensibilidade à luz. Geralmente incide mais de um lado da cabeça e os sintomas podem agravar-se, estendendo-se à dificuldade de visão e concentração, e sensibilidade a certos cheiros.

Dor de cabeça tensional

A dor de cabeça tensional caracteriza-se por uma dor leve a moderada, em forma de pressão, que afeta os dois lados, na nuca ou na testa. Outros sintomas possíveis podem ser a sensibilidade excessiva nos ombros, pescoço, couro cabeludo, e à luz e ao ruído. Este tipo de dor de cabeça é causado pela rigidez dos músculos do pescoço, costas ou couro cabeludo, o que pode ter origem na má postura, stress, ansiedade, entre outros.

Dor de cabeça associada a sinusite

A sinusite caracteriza-se por uma inflamação dos seios nasais que (por norma) causa dor na cabeça ou rosto. Esta dor normalmente manifesta-se em cruz, por baixo e por cima da zona ocular.

Cefaleia em salvas

A cefaleia é uma patologia difícil de encontrar e que se caracteriza por uma dor de cabeça intensa e latejante, pior que a enxaqueca. Atinge apenas um lado da face e olho, e surge, grande parte das vezes, durante o sono, o que não implica que não se repita várias vezes durante o dia.

De forma a obter um diagnóstico fidedigno e um tratamento adequado para cada caso, é aconselhada uma avaliação médica. Através da nossa aplicação pode solicitar a ajuda que precisa

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Quando é necessária a administração e preparação de fármacos?

A administração e preparação de fármacos é importante para doentes crónicos ou cuja mobilidade está seriamente afetada. Um enfermeiro ao domicílio é a pessoa certa para a realização dessa preparação e administração.

Enfermeiro ao domicílio na preparação de fármacos

Um enfermeiro ao domicílio pode realizar diversas operações em sua casa. Pode acompanhar a evolução pós-operatório, realizar curativos, colocação de sonda gástrica, soro ou administração de oxigénio. Além destes serviços, um enfermeiro ao domicílio também é a pessoa certa para a preparação de fármacos. Estes podem ser injetáveis ou outros.

Enfermeiro ao domicílio na administração de fármacos.

A administração de fármacos decorre da sua preparação e pode ser realizada por um enfermeiro ao domicílio. A administração de fármacos no domicílio pode ser vantajosa no caso de pessoas com falta de mobilidade, acamados ou idosos.

Os fármacos injetáveis são dos mais requisitados em saúde ao domicílio, sobretudo quando aplicados em pessoas que estão a tomar soro ou com alimentação parentérica.

Na aplicação Givecare pode encontrar enfermeiros ao domicílio, sem necessidade de seguro ou fidelização. Todos os profissionais na aplicação passam por um processo de verificação cuidado e exaustivo. Tudo para que tenha a melhor assistência ao domicílio, pela sua saúde.

 

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O que é a espirometria?

 

A espirometria é um exame aos pulmões que permite avaliar o volume e o fluxo de ar, de modo a perceber se existe alguma alteração no funcionamento do pulmão. A espirometria é também conhecida como prova funcional respiratória.

A espirometria é um exame não invasivo e indolor, que consiste em respirar para um tubo ligado a um espirómetro. Este exame não exige qualquer preparação anterior ao exame.

A espirometria pode ser realizada em qualquer pessoa. Contudo, é importante em pessoas com doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC), asma, bronquite, enfisema, fibrose e outras doenças pulmonares, avaliar o efeito do tratamento médico e a progressão da doença.

É possível realizar uma espirometria em sua casa?

 

Sim, é possível que um técnico de análises se desloque ao domicílio para a realização deste exame. Deste modo, poupa em deslocações a centros de análises, ao mesmo tempo que mantém o conforto da pessoa que realiza o exame. Isto é importante em pessoas com dificuldades motoras ou acamadas, sejam idosos ou não.

Os técnicos de análises clínicas estão capacitados para realizar estes exames.

Na aplicação Givecare pode encontrar técnicos de análises clínicas ao domicílio, sem necessidade de seguro ou fidelização. Todos os profissionais na aplicação passam por um processo de verificação cuidado e exaustivo. Tudo para que tenha a melhor assistência ao domicílio, pela sua saúde.

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O que faz um terapeuta ocupacional?

O tema da terapia ocupacional já foi referido noutro artigo do nosso blog. No caso dos idosos, o trabalho do terapeuta ocupacional é extenso e contribui, sobretudo, para os ajudar na sua vida diária. Leia o restante artigo.

Terapia ocupacional para idosos: uma ajuda diária.

Uma das tarefas mais importantes, que o terapeuta ocupacional exerce, é com idosos. Ao longo do tempo, as pessoas vão perdendo algumas capacidades que interferem com a sua vida diária. Tarefas simples como tomar banho, escovar os dentes, trocar de roupa, alimentar-se ou segurar objetos podem ser cada vez mais difíceis. O terapeuta ocupacional vai ajudar o idoso a ultrapassar essas barreiras, de modo a que mantenham ao máximo a sua independência.

Terapia ocupacional para idosos: melhoria da mobilidade.

A diminuição da mobilidade do idoso é uma característica observável. O trabalho do terapeuta passa por reorganizar o espaço, eliminando obstáculos e aumentando o espaço para que o idoso se possa movimentar.

Terapia ocupacional para idosos: a saúde mental.

Tão importante como a saúde física é a mental. O terapeuta ocupacional irá criar jogos e atividades que estimulem o cérebro e mantenham ou ajudem a capacidade de memorização, associação e pensamento abstrato. Esta terapia contribuirá para manter uma mente sã dos idosos.

Terapia ocupacional para idosos: prevenção de acidentes.

A diminuição da atividade física nos idosos e a respetiva diminuição de reflexos e força muscular podem levar a acidentes, sobretudo quando se encontram sozinhos, o que poderá conduzir a internamentos e tempos de inação. O terapeuta ocupacional dará ferramentas para que sejam evitados os acidentes. Estas estratégias poderão incluir o redesenhar do espaço onde o idoso se encontra.

 

Terapia ocupacional para idosos: melhor qualidade de vida

Todo o trabalho de organização do espaço, de capacitação física e mental realizado pelo terapeuta ocupacional tem como objetivo melhorar a qualidade de vida do idoso. Durante as sessões de terapia ocupacional, é também importante o envolvimento de toda a família, para que, também eles, aprendam as ferramentas e métodos veiculados pelo terapeuta ocupacional.

Na aplicação Givecare pode encontrar terapeutas ocupacionais ao domicílio, sem necessidade de seguro ou fidelização. Todos os profissionais na aplicação passam por um processo de verificação cuidado e exaustivo. Tudo para que tenha a melhor assistência ao domicílio, pela sua saúde.

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Pratica desporto? Sabia que um nutricionista pode ser um aliado?

A nutrição aplicada ao desporto tem como objetivo otimizar a prestação desportiva através da ingestão dos alimentos certos, considerando a saúde do atleta e os diferentes tipos de treino.

A nutrição no desporto pode ser importante tanto para atletas profissionais como para praticantes recreativos. Por isso, se já pratica desporto, considere uma consulta com um nutricionista para ajudar a sua prestação ou mesmo para a prevenção de possíveis lesões.

O que faz um nutricionista ao domicílio para aconselhar a alimentação certa para si?

 

Um nutricionista ao domicílio pode ser uma vantagem para si, sobretudo se tiver um estilo de vida ocupado.
O nutricionista vai avaliar as suas necessidades nutricionais e de hidratação, ao mesmo tempo que considera a intensidade do treino que realiza. O plano alimentar prescrito vai também ao encontro do seu objetivo: perda de peso,  hipertrofia muscular ou melhoria da performance. Durante a consulta, o nutricionista poderá realizar uma avaliação antropométrica, analisando a percentagem de gordura corporal.

Após a avaliação, o nutricionista poderá recomendar um plano de alimentação que ajudará a atrasar a sensação de fadiga, diminuir o tempo de recuperação, evitar a perda de qualidade técnica e física, e acelerar a recuperação de traumas e lesões.

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