Análises clínicas ao domicílio. É possível?

A saúde ao domicílio inclui um grande número de serviços que ajudam a que mais pessoas tenham acesso à saúde sem sair de casa. Médicos, enfermeiros, psicólogos ou assistentes são alguns desses serviços.

Mas também na área de análises clínicas é possível ter um profissional de saúde em sua casa capaz de realizar análises ou proceder à colheita de materiais para análises, para posterior estudo num centro de análises, por exemplo.

Porquê pedir um profissional de análises clínicas ao domicílio.

Um profissional de análises clínicas tem um papel importante nos cuidados de saúde. As suas competências incluem a colheita de produtos biológicos aplicando as técnicas, os equipamentos e os reagentes mais adequados à tarefa a executar. É também responsável por planear, programar e concretizar determinações analíticas, assegurando os padrões de qualidade e, também, registar e avaliar os resultados.

Pedir um profissional de análises clínicas ao domicílio pode ser importante no caso de pessoas idosas, com pouca mobilidade, ou no caso de pessoas acamadas, que não tenham os meios para se deslocarem às clínicas. Contudo, esta área de serviços de saúde ao domicílio tem crescido junto da restante população por uma questão de comodidade ou por receio de infeção, devido à pandemia da Covid-19.

Na aplicação Givecare pode encontrar profissionais de análises clínicas ao domicílio, sem necessidade de seguro ou fidelização. Todos os profissionais na aplicação passam por um processo de verificação cuidado e exaustivo. Tudo para que tenha a melhor assistência ao domicílio, pela sua saúde.

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Médico ao domicílio. Porquê pedir um profissional para ir a sua casa?

Segundo um inquérito realizado em 2019, 95% dos portugueses utilizaria cuidados ao domicílio, o que mostra a predisposição da nossa população para ser assistida no local onde mais lhe convém.

A pandemia da Covid-19 é outro motivo para cada vez mais pessoas pedir um médico ao domicílio, em vez de se deslocarem a unidades de saúde, como as Unidades de Saúde Familiar ou hospitais. Isto prende-se com o receio de ser infetado em salas de espera, por exemplo.

A assistência a pessoas com menor locomoção ou acamadas é outro motivo que suporta o crescimento de médicos ao domicílio.

Quais as vantagens de um médico ao domicílio?

Comodidade.

Ao pedir um médico ao domicílio não necessita de se deslocar a uma unidade de saúde. A comodidade está também noutra vantagem presente na aplicação Givecare: a possibilidade de agendar a visita.

Poupa tempo e dinheiro em deslocações.

Como não tem de se deslocar a uma unidade de saúde, não precisa de perder tempo em transportes, combustível ou preocupar-se com o preço dos parques de estacionamento.

Menor risco de contaminação.

Um médico ao domicílio reduz a exposição das salas de espera de clínicas e de hospitais no que respeita a contaminação com doenças infecciosas, aumentando a sua segurança ou de pessoas vulneráveis ou de grupos de risco.

Marcação mais rápida.

A aplicação Givecare permite agendar de forma mais rápida a ida de um médico. Basta seguir alguns passos na aplicação.

Avaliação mais eficaz.

Ao deslocar-se ao domicílio, o médico pode observar o doente num contexto mais neutro, reduzindo o stress sobre o doente. Ao mesmo tempo, o médico pode verificar algumas condições em casa que precisem de melhoria – alimentação, mobilidade do doente, etc.

Contacto com familiares.

Uma ida de um médico ao domicílio pode permitir um contacto mais rápido com familiares ou cuidadores, permitindo um esclarecimento de dúvidas ou ajudar quanto a medicação que o doente esteja a tomar.

Na aplicação Givecare pode encontrar médicos ao domicílio, sem necessidade de seguro ou fidelização. Todos os profissionais na aplicação passam por um processo de verificação cuidado e exaustivo. Tudo para que tenha a melhor assistência ao domicílio, pela sua saúde.

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Gripe e constipação: sintomas e prevenção!

Os termos gripe e constipação são frequentemente usados durante os meses de Outono/Inverno para descrever sinais e sintomas do foro respiratório. Na verdade, ambas as doenças resultam de infeções virais embora os viros sejam diferentes, pelo que as doenças também se comportam de maneira diferente.

 

A Gripe, afeta o sistema respiratório (pulmões e vias respiratórias), a sua transmissão é feita através de espirros ou de tosse, quando a pessoa infetada tosse. Também pode ocorrer por contacto (uso de objetos que estejam contaminados com secreções de alguém infetado).

É característica por apresentar sintomas de febre, dores de cabeça, tosse, dores de garganta, dores musculares e por vezes olhos inflamados. Os sintomas de gripe duram mais tempo que os da constipação e podem estar associados a febre alta, tremores e dores musculares.

A prevenção é a melhor arma contra a gripe pelo que a vacinação é fundamental, deve ser anual e as pessoas que devem ser vacinadas são as que têm maior risco de ter complicações associadas a doença.

Evitar o contágio com o uso de máscara, lavagem frequente das mãos, tossir ou espirrar diretamente para um lenço de papel (não usar as mãos).

 

A Constipação, caracteriza-se por ser uma infeção das vias respiratórias superiores, geralmente ligeira. A transmissão ocorre por contacto de secreções respiratórias de pessoa infetada, através das mãos, da tosse, espirros ou proximidade entre indivíduos.

Característica por apresentar congestão e corrimento nasal intenso, comichão e vermelhidão no nariz, diminuição ou perda do cheiro e paladar, espirros, olhos lacrimejantes, dor de cabeça e/ou de garganta e febre ligeira. São sintomas que tende a durar por um período mais curto de tempo comparativamente aos da gripe.

Prevenir o contágio é fundamental através do uso de máscara, lavagem frequente das mãos, tossir ou espirrar diretamente para um lenço de papel (não usar as mãos).

Habitualmente as pessoas ao fim de cinco a sete dias recuperam da sintomatologia, devem nesse período procurar descansar bem, ingerir muitos líquidos e tomar medicamentos não sujeitos a receita médica para alívio de sintomatologia, se necessário. Consulte um médico para quadros grave da doença.

Podologia: muito além da estética dos pés.

A Podologia está, normalmente, associada à estética dos pés. Mas esta interpretação é redutora e não reflete verdadeiramente a área de estudo desta ciência da área da saúde.

A Podologia dedica-se à investigação, prevenção, diagnóstico e tratamento das alterações do pé e o impacto que podem ter em todo o corpo humano.

As áreas de intervenção de um Podologista podem incluir:

  • Podologia Geral: avaliação estática e dinâmica do pé.
  • Podologia Infantil: tratamento do pé da criança.
  • Podologia Geriátrica: tratamento do pé do idoso.
  • Pé de Risco: pé diabético, pé neurológico, pé vascular.
  • Podologia Desportiva: avaliação e tratamento do pé do desportista.
  • Podologia no trabalho: avaliação e análise do pé adaptado a cada situação profissional.
  • Podologia Preventiva: prevenção das patologias/alterações do pé.

Podologia: a prevenção de que os seus pés precisam.

A Podologia preventiva evita o aparecimento de problemas nos pés relacionados com o posicionamento das unhas, o aparecimento de fungos ou outras afeções. Um Podologista vai ajudar a perceber a causa destes possíveis problemas e como prevenir que voltem a surgir.

Esta intervenção pode ser muito importante sobretudo no pé diabético, em pessoas idosas e crianças.

Podologia: diagnóstico da saúde dos seus pés.

O diagnóstico de problemas que afetam os pés é importante para que o tratamento seja o mais eficaz possível. Um diagnóstico errado pode dar origem a um tratamento que poderá agravar o problema original e/ou causar outros problemas.

Por essa razão um podologista credenciado é a solução para que os seus pés tenham o diagnóstico correto e o tratamento adequado.

Na aplicação Givecare pode encontrar Podologistas certificados, que passam por um processo de verificação. Tudo para que os seus pés tenham saúde.

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Enfermeiro ao domicílio. Quando pode precisar deste profissional de saúde?

 

Um Enfermeiro ao domicílio é um profissional de saúde capaz de realizar diferentes intervenções de saúde em sua casa. De forma pontual ou regular, um enfermeiro pode ajudar idosos, pessoas acamadas ou quem esteja a recuperar de uma intervenção cirúrgica ou de acidente.

Que serviços pode prestar um Enfermeiro ao domicílio?

A intervenção do profissional de saúde pode incluir um grande variadade de serviços.

  • Aplicação de medicamentos injetáveis prescritos.
  • Tratamento de feridas (realização de pensos).
  • Colocação/substituição de sonda nasogástrica ou algálias.
  • Colocação de soro.
  • Retirar pontos ou agrafos após intervenção cirúrgica.
  • Administração de nebulizações e oxigenioterapia no tratamentos de problemas respiratórios.

Além da intervenção sobre a pessoa, o Enfermeiro ao domicílio é também um parceiro da família um cuidador, faz ensinos sobre algumas das tarefas que podem cumprir no tratamento da pessoa.

Na aplicação Givecare pode encontrar Enfermeiros certificados, que passam por um processo de verificação cuidado e exaustivo. Tudo para que tenha a melhor assistência e uma recuperação acompanhada.

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Terapia da fala: o que é?

O Terapeuta da Fala é um profissional de saúde que previne, avalia e intervém em perturbações da comunicação verbal. O seu trabalho inclui o estudo e análise das funções associadas à expressão e compreensão da fala e de outras formas de comunicação não verbal, além da análise da função de deglutição.

A prática médica do Terapeuta da Fala inclui desde recém-nascidos até pessoas idosas, sempre com o objetivo de otimizar as capacidades de comunicação e de deglutição.

Terapia da fala: quais os sinais nas crianças?

São muitos os sinais de um problema de fala nas crianças, que se podem manifestar desde muito cedo. Apesar de cada criança ter um tempo próprio de desenvolvimento, é importante estar atento a certos sinais. A Givecare dá a conhecer alguns, de acordo com a idade.

Terapia da fala: os sinais dos nascimento até aos 6 meses.

Como já referimos, cada criança tem o seu tempo de crescimento. Ainda assim, é importante dar atenção aos sinais de que podem necessitar de intervenção de um Terapeuta da Fala. Até aos seis meses de idade, é importante reconhecer alguns sinais como:

  • falta de reação a sons:
  • não sorrir;
  • não estabelecer contacto visual.

Terapia da fala: os sinais entre os 6 e os 12 meses.

Com o crescimento, o bebé deverá evoluir no seu comportamento. Deve prestar atenção a:

  • falta de emissão de sons (por exemplo: “mamama” ou “bababa”);
  • não reação ao nome quando o chama;
  • não reagir a sons familiares.

Terapia da fala: os sinais entre os 18 e os 24 meses.

  • Não compreensão de instruções simples;
  • vocabulário reduzido – entre 4 e 6 palavras;
  • não diz palavras simples.

Terapia da fala: os sinais entre os 2 e os 3 anos.

  • Não faz perguntas sobre o que vê;
  • não tem capacidade de construir frases com duas ou mais palavras;
  • o vocabulário é inferior a 200 palavras.
  • recorre mais a gestos do que a palavras para se expressar;
  • apresenta dificuldades em imitar gestos/danças simples associados a músicas infantis.

Terapia da fala: os sinais entre os 3 e os 4 anos.

Nesta fase a criança já deverá apresentar um quadro de comunicação mais desenvolvido. É importante estar atento a comportamentos, como:

  • padrão de fala pouco inteligível para os interlocutores;
  • incapacidade de produzir frases simples;
  • incapacidade de nomear as coisas, utilizando palavras como “isto” e/ou “coisa”;
  • não compreende ordens simples, a não ser que sejam ditas de forma lenta ou acompanhadas de pistas visuais, como apontar.

Terapia da fala: os sinais dos 4 aos 5 anos.

A partir dos 4 anos a criança deverá ser mais autónoma na sua comunicação com pais, família e outras crianças. Deve atender a eventuais sinais que surjam, como:

  • omissão ou troca de sons nas palavras;
  • dificuldade em obedecer a instruções simples;
  • confusão na resposta a questões relacionadas com o “ontem” ou o “amanhã”;
  • dificuldade em começar ou repetir uma palavra, parecendo gaguejar;
  • incapacidade ou limitação em contar uma história e/ou na descrição de acontecimentos da rotina diária.

Terapia da fala: os sinais dos 5 aos 6 anos.

O início da escolaridade merece a atenção de pais e a ajuda de professores, uma vez que os mais novos passarão mais tempo na escola. Alguns sinais que poderão indicar a necessidade de terapia da fala são:

  • utilização de frases mal estruturadas;
  • articulação incorreta das palavras;
  • discurso incoerente e desorganizado, que não responda a uma questão colocada;
  • incapacidade de manter e explorar um tema de conversa;
  • dificuldade em distinguir sons da fala – como “mota” e “bota”.

Procure a ajudar de um profissional ao domicílio.

Se detetar os sinais descritos acima poderá ser importante para a criança ter sessões de terapia da fala. Na aplicação Givecare pode encontrar os profissionais de que precisa e realizar este tipo de sessões na sua casa. Deste modo diminuirá o impacto no seu dia a dia e do seu filho.

Todos os profissionais na aplicação Givecare são validados pela nossa equipa, para que possam prestar a melhor assistência.

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O que faz um Terapeuta Ocupacional?

Um Terapeuta Ocupacional tem como missão promover o bem-estar e a qualidade de vida de pessoas de todas as idades. Um Terapeuta Ocupacional começa por observar a atividade da pessoa que necessitará da sua ajuda de modo a perceber a intervenção a realizar.

O trabalho do Terapeuta Ocupacional dedica-se a três dimensões: a pessoa, a sua ocupação e o ambiente em que se insere. As ocupações vão desde os cuidados diários como tomar banho, vestir-se, alimentar-se; o lazer ou com a produtividade, seja no emprego ou em situações de voluntariado, por exemplo.

Quem pode ser ajudado por um Terapeuta Ocupacional?

O Terapeuta tem qualificação para ajudar desde recém nascidos até pessoas idosas. Trabalha áreas diversas, como a saúde mental, a reabilitação física, a neurológica, entre outras.

 

O Terapeuta Ocupacional dedica-se ajudar pessoas com quadros clínicos específicos, como:

  • pessoas com artrite reumatóide e/ou dor crónica;
  • pessoas que tenham sofrido um AVC;
  • vítimas de traumatismo crânio-encefálico;
  • pessoas que utilizem prótese articular;
  • casos de lesão vertebro-medular;
  • doentes de Alzheimer ou outras demências;
  • pessoas com problemas de equilíbrio;
  • doentes oncológicos;
  • pessoas com esclerose múltipla;
  • indivíduos com paralisia cerebral;
  • vítimas de disfunção cognitiva.

Terapeuta Ocupacional: a importância do serviço ao domicílio.

As pessoas que podem necessitar da intervenção de um Terapeuta Ocupacional podem ter limitações na sua mobilidade ou, em alguns casos, terão dificuldades em mudança de rotinas, como a deslocação a um consultório.

Por essa razão, a deslocação ao domicílio nestes casos é essencial para que o tratamento seja o mais eficaz possível.

Na aplicação Givecare pode encontrar os Terapeutas Ocupacionais de que precisa e realizar este tipo de sessões na sua casa. Todos os Terapeutas Ocupacionais inscritos na aplicação Givecare são validados pela nossa equipa, para que possam prestar a melhor assistência.

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Ansiedade e regresso às aulas: um sentimento comum entre as crianças.

O final das férias significa uma mudança na rotina dos mais novos, que pode dar origem a sentimentos de ansiedade. Estes sentimentos podem ser maiores em caso de crianças que evoluem no ciclo de aprendizagem, que os leva a uma nova turma ou uma nova escola. Em tempos de pandemia, estes desafios podem aumentar o nível de ansiedade. Aprenda os sinais e sabia como lidar com a ansiedade no regresso às aulas.

Identificar a ansiedade nos mais novos.

Aprender a identificar a ansiedade nos mais novos, nesta altura em que as aulas vão recomeçar, é o primeiro passo para ajudar os seus filhos. Alguns sinais a que deve prestar atenção:

  • Inquietação.

Perceba se os seus filhos estão mais inquietos e tente conversar com eles, para perceber a fonte dessa inquietação.

  •  Fadiga.

Os seus filhos podem mostrar mais fadiga que o normal, um possível indício de ansiedade.

  • Dificuldade em concentrar-se.

O início das aulas e a adaptação a uma nova realidade podem levar a uma dificuldade maior em concentrarem-se nas aulas ou mesmo em casa, quando fazem os trabalhos de casa.

  • Dificuldade em dormir.

Eles acordam a meio da noite ou têm mesmo dificuldade em adormecer? Verifique se acontece.

  • Preocupação excessiva.

Crianças que se preocupam demasiado com os trabalhos a realizar ou com eventos diários poderão ter problemas de ansiedade.

Alguns conselhos para si, para ajudar o sentimento de ansiedade no regresso às aulas.

Ser mãe e pai no regresso às aulas pode ser difícil. Mas existem alguns conselhos que pode seguir para ajudar as suas crianças.

  • Preparar o regresso.

De forma antecipada, prepare os mais novos para o regresso às aulas. Num ano em que a utilização de máscaras passa a ser normal, converse de forma calma com os seus filhos sobre como as utilizar. Se os seus filhos não precisam de usar máscara, vão encarar essa realidade diariamente. Faça-os perceber que é normal que os professores as utilizem.

  • Preste mais atenção aos seus filhos.

A incerteza que vivemos, devido à pandemia, deve ser minorada junto das crianças. Converse e tente perceber se eles se sentem mais ansiosos. Acalme-os e, caso seja necessário, mostre-lhes que é normal ter a ajuda de um profissional.

  • Transmita segurança.

Os pais são o reduto de segurança para os filhos. Evite transmitir-lhes as suas inseguranças e promova a conversa. Pode, por exemplo, levar os seus filhos a um sítio de que gostem para que se “abram” e conversem consigo.

  • Crie rotinas.

As crianças precisam de um espaço de liberdade, para que possam pôr a sua criatividade em prática. Mas é importante criar rotinas diárias. A preparação do material escolar, a criação de um espaço e horas para que possam estudar ou brincar é importante para reduzir a ansiedade que possam sentir.

Procure a ajuda de um profissional ao domicílio.

Se sentir que os seus filhos continuam a ter sentimentos de ansiedade, conte com a ajuda de um psicólogo ao domicílio. Para os seus filhos é um modo de estarem num local que conhecem, menos stressante, e terem a ajuda de que precisam para se sentirem menos ansiosos.

Na aplicação Givecare encontra um conjunto psicólogos que podem ajudar neste regresso às aulas.

Todos os profissionais na aplicação Givecare são validados pela nossa equipa, para que possam prestar a melhor assistência.

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Dor no fundo das costas. O que é?

A dor no fundo das costas, dor lombar ou lombalgia, é um problema que quase todos os adultos sentem ao longo da vida, com alta incidência em países mais desenvolvidos, e uma das maiores causas de consultas médicas e faltas ao trabalho.

A dor nas costas pode estar relacionada com problemas da coluna lombar, podendo haver outras causas, que podem dificultar o diagnóstico.

Dor no fundo das costas. As causas.

A lombalgia pode ter causas muito diversas. Pode surgir após um movimento ou a pegar num determinado objeto – de nome lombalgia de esforço. Num grande número de pessoas, esta dor nas costas é crónica e relaciona-se com as modificações do corpo à medida que envelhece. Estas modificações podem iniciar-se cedo e tornam a coluna mais vulnerável à dor, sobretudo devido a atividades laborais ou recreativas pesadas.

As outras causas da lombalgia podem ser lesões ou degeneração dos discos que se situam entre as vértebras, espondilose, espondilolistese ou estenose vertebral. A gravidez também pode ser causa de dores lombares, condição que se resolve após o parto.

Dor no fundo das costas. Como tratar?

A lombalgia é tratada em muitas situações sem recurso a cirurgia. O tratamento mais comum nestes casos será feito através de:

-Medicamentos prescritos pelo médico que ajudam a aliviar a dor ;

-Repouso temporário, embora esta medida seja desaconselhada, preferindo-se uma recuperação ativa;

-Fisioterapia, com recurso a diversos métodos para reduzir a dor em combinação com atividade de reforço muscular.

Em todo o caso, é sempre recomendável a consulta de um médico, de modo a serem realizados testes de diagnóstico com o objetivo de localizar a causa e prescrição do tratamento certo para cada caso.

Prevenção da lombalgia.

A prevenção total do problema da dor no fundo das costas não é possível. Mas existem várias ações a realizar que ajudam a reduzir o seu impacto.

-Prática de exercício físico adequado à sua idade e condição física;

-Dieta equilibrada e variada;

-Evitar o tabaco;

-Ter sempre uma postura correta, seja em pé, sentado ou sempre que são levantados objetos;

-Fazer pequenas pausas durante o trabalho, de modo a variar a posição.

Dores nas costas: a importância de um fisioterapeuta.

Um fisioterapeuta é o profissional de saúde que pode ajudar nas situações de dores de costas. O conhecimento de um fisioterapeuta inclui métodos como a aplicação de calor, gelo, massagem, ultrassons ou eletroestimulação.

Um fisioterapeuta é também capaz de acompanhar com um programa de reforço muscular ou treino cardiovascular para tratar da dor nas costas.

Na aplicação Givecare encontra um conjunto de terapeutas certificados que podem ajudar na sua recuperação.

Todos os profissionais na aplicação Givecare são validados pela nossa equipa, para que possam prestar a melhor assistência.

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Envelhecimento da população.

O envelhecimento da população em Portugal é um facto que se observa há já vários anos. A melhoria das condições de vida, a evolução da medicina e das respetivas infraestruturas levaram a um aumento da esperança média de vida. Por outro lado, a diminuição da natalidade leva a que não ocorra uma renovação da pirâmide demográfica.

Esta realidade levou ao aumento dos cuidados com a saúde dos mais idosos, para que envelheçam com saúde.

Envelhecer com saúde: cuidados básicos.

Garantir os cuidados básicos aos mais idosos é obrigatório para manter a sua dignidade e ajudar a prolongar a sua vida. Os cuidados de higiene e apoio na alimentação são dois serviços prestados por um auxiliar de geriatria, essenciais para a vida, sobretudo dos idosos que se encontrem acamados.

Envelhecer com saúde: exercício físico.

O exercício físico é importante durante toda a vida. Mas para envelhecer com saúde ele torna-se ainda mais importante. Os auxiliares de geriatria são profissionais de saúde importantes, uma vez que têm a formação certa para implementar os exercícios adaptados para a condição física de cada idoso.

 

Envelhecer com saúde: estimulação mental.

A parte mental é também importante para envelhecer com saúde. Exercícios de lógica, matemática ou linguísticos são algumas das estratégias utilizadas para estimular mentalmente os mais velhos.

Ouvir as histórias que muitos têm para contar é também um modo de estimular a memória e a fala, para que se mantenham ativos.

Envelhecer com saúde: vida social.

A vida social é também importante para os mais idosos. Estimulá-la através de encontros com outros idosos ou mesmo com membros da família ajuda a que não se isolem.

Envelhecer com saúde: importância de um auxiliar de geriatria.

Um auxiliar de geriatria pode prestar serviços de saúde em casa ou lares de terceira idade. Na aplicação Givecare pode encontrar vários auxiliares de geriatria que podem ir a sua casa e contribuir para uma vida mais tranquila dos seus idosos.

Todos os profissionais na aplicação Givecare são validados pela nossa equipa, para que possam prestar a melhor assistência.

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