Obesidade: a epidemia em tempos de pandemia.

A obesidade é um problema de saúde à escala mundial. Um problema que levou a Organização Mundial de Saúde a considerá-la como a epidemia do século XXI.

Os números mostram que a obesidade duplicou entre 1980 e 2014, afetando 600 milhões de pessoas em todo o mundo. Em Portugal, mais de metade da população adulta tem excesso de peso (cerca de 52%, segundo o Inquérito Nacional de Saúde de 2014). Mais preocupante é o facto de 31,6% das crianças entre os 6 e os 8 anos terem excesso de peso ou obesidade.

Obesidade: as causas desta epidemia.

A alimentação é, sem dúvida, a principal causa do excesso de peso e da obesidade, um facto que se pode inferir pela maior ingestão de calorias por parte da população mundial. O aumento do consumo de alimentos ricos em açúcar, sal e gordura acontece, sobretudo, em países ocidentais graças à escolha de produtos processados e ultraprocessados em detrimento de frutas e vegetais.

A educação para a alimentação e a falta de rendimentos podem ser outras das causas para uma maior prevalência da obesidade.

Além da alimentação o estilo de vida sedentário, com pouca prática de exercício físico, acentua este problema. A obesidade traz consigo outros problemas como a hipertensão arterial, a diabetes tipo 2 ou o aumento de cancros.

Obesidade e confinamento

Os sucessivos confinamentos que acontecem desde março de 2020, altura em que o SARS-CoV-2 se tornou uma realidade à escala mundial, podem ter contribuído para um aumento de peso da população. Assim, terão surgido mais casos de excesso de peso e obesidade, sobretudo entre os mais novos e os mais velhos.

Os adiamentos de muitas consultas devido à pandemia poderá ter feito com que menos pessoas fossem atendidas nos vários hospitais, agravando ainda mais o problema, que já era bastante grave.

Obesidade e Covid-19

A obesidade é um fator de risco para o desenvolvimento da Covid-19. Diferentes estudos científicos citados na imprensa mostram uma maior vulnerabilidade das pessoas obesas para desenvolverem a forma mais grave da Covid-19.

Parte desta vulnerabilidade prende-se com as doenças concomitantes da obesidade, como a diabetes tipo 2 ou a hipertensão arterial, que diminuem a eficácia do sistema imunitário.

Nutricionistas, os aliados contra a obesidade.

Atingir o peso ideal é um objetivo para todos. E o melhor aliado para aí chegar é com o acompanhamento de um nutricionista. Este profissional de saúde vai desenhar um plano de alimentação, exercício e de práticas para que qualquer pessoa consiga atingir o peso ideal.

A Givecare disponibiliza nutricionistas ao domicílio. À distância de um clique encontra o melhor aliado para ajudar no caminho em direção ao seu peso ideal e a uma vida mais saudável.

Descarregue a aplicação.

 

 

 

Saúde mental e pandemia

A pandemia da SARS-CoV-2 afetou a nossa saúde mental. Durante mais de um ano vivemos entre o medo de contrair a doença e o de a transmitir a outra pessoa. Foi um ano de confinamentos e aberturas sucessivas, de muita informação e desinformação.

Estas alterações constantes à realidade provocaram em muitas pessoas problemas de saúde mental, que se poderão prolongar durante muitos anos.

 

 

A sua saúde mental depende da sua respiração.

Pode parecer um lugar-comum mas respirar de forma profunda de forma repetida ajuda a relaxar. Ao fazer este pequeno exercício está a transmitir ao seu cérebro que deve relaxar. E isso contribui para que a sua mente também reduza a sua atividade, ajudando à sua saúde mental.

 

 

Pela sua saúde mental, converse.

Durante a pandemia fomos utilizando plataformas online para conversar com outras pessoas. Não é o cenário ideal, uma vez que não há presença física, mas é uma forma de manter a sua sanidade mental.

Conversar com amigos e família faz com que expresse as suas ansiedades, ajuda a que se sinta melhor e é uma forma de despertar o riso, que pode ajudar à sua saúde mental. O riso ajuda a relaxar, a recuperar energias e contribui para um melhor humor.

 

 

Saúde mental e rotinas.

A rotina ajuda a estabelecer regras. E as regras ajudam a que a sua mente esteja mais organizada. Mesmo em confinamento, siga as mesmas regras de um dia normal.

Algumas dicas para manter uma rotina, mesmo estando em casa:

-Levante-se e deite-se à mesma hora;

-Cuide da sua higiene pessoal;

-Alimente-se de forma saudável e, sempre que possível, à mesma hora;

-Faça exercício físico. Praticar desporto ajuda a que o corpo relaxe. E só precisa de 10 minutos diários;

-Divida o tempo de trabalho e o tempo para descanso;

-Guarde algum tempo para fazer algo de que gosta: cozinhar, tocar um instrumento ou mesmo meditar;

-Faça intervalos regulares se trabalha em frente a um ecrã.

 

 

Não exija demasiado de si.

Há dias melhores do que outros. Nos dias menos bons, não se autoimponha regras demasiado rígidas. Aceite que há dias mais produtivos do que outros.

Reduza o tempo a ver, ler ou ouvir notícias. Tenha contacto com elas apenas a horas determinadas do dia, de modo a não pressionar a sua saúde mental por ansiedades ou medos criados devido à situação atual.

 

 

Peça ajuda a um profissional.

Se ainda não se sente à vontade para sair de casa e procurar um psicólogo que ajude a ultrapassar os problemas que a sua saúde mental enfrenta, peça um psicólogo ao domicílio.

A aplicação Givecare disponibiliza o serviço de saúde ao domicílio.

 

Serviços de Saúde ao domicílio ganham terreno!

A opção por cuidados de saúde no domicílio tornou-se uma tendência crescente, tendo em consideração a oferta de serviços disponíveis, assim como a comodidade da sua realização num ambiente familiar.

A diversidade de serviços de saúde domiciliar que um utente pode receber em casa é ilimitada. Dependendo das necessidades do mesmo, o atendimento pode variar desde atos de enfermagem a serviços terapêuticos e médicos especializados.

Quais são os diferentes tipos de serviços de saúde ao domicilio?

  • Consulta médica:  O médico pode visitar o utente em casa para diagnosticar e tratar a (s) doença (s).
  • Cuidados de enfermagem:  Será porventura a forma mais comum de assistência domiciliar na área da saúde. Os cuidados de enfermagem podem incluir tratamentos, administração de medicação, avaliação de sinais vitais do utente, acompanhamento, controle da dor e outros recursos de saúde.
  • Terapia Ocupacional e Terapia da Fala:  Alguns utentes podem precisar de ajuda para reaprender como realizar as tarefas diárias ou melhorar a fala após uma doença ou lesão. O terapeuta pode elaborar um plano de cuidados para ajudar o paciente a recuperar ou fortalecer o uso dos músculos e articulações. Um terapeuta ocupacional pode ajudar um paciente com deficiências físicas, de desenvolvimento, sociais ou emocionais a reaprender a realizar funções diárias como comer, tomar banho, vestir-se.  Um terapeuta da fala pode ajudar um utente com a fala alterada a recuperar a capacidade de se comunicar com clareza.
  • Consulta de Nutrição. Os nutricionistas podem deslocar-se ao domicílio do utente e realizar avaliações dietéticas, assim como orientar e instituir um plano de tratamento.
  • Fisioterapia. Seguindo um plano de reabilitação previamente delineado, o terapeuta alia conhecimentos e dispositivos no sentido de recuperar funções motoras e promoção da independência do utente.
  • Outras especialidades.

Smartphone, Apps e Serviços de Saúde

Num mundo cada vez mais globalizado e em que o tempo é escasso, todas as ferramentas que permitam otimizar tarefas são alvo de grande adesão por parte da sociedade.

De acordo com a líder em tecnologias de informação CISCO, a perspetiva era de que os dispositivos e conexões móveis inteligentes representassem, no ano de 2020, 72% do total de dispositivos e conexões móveis e fossem responsáveis por 98% do tráfego de dados móveis.

Adicionalmente, as estatísticas previam que nesse ano a população com pelo menos um telemóvel vai exceder o número de pessoas com eletricidade.

Em termos de dispositivos individuais, os smartphones dominam o tráfego móvel e a sua proliferação está a aumentar tão rapidamente que se espera que mais pessoas tenham smartphones (5,4 mil milhões) do que eletricidade (5,3 mil milhões), água corrente (3,5 mil milhões) e automóvel (2,8 mil milhões).

O setor da saúde não foge à regra e tem sido alvo de várias transformações, principalmente ao nível da eficiência dos serviços, pelo que ao longo da última década têm sido desenvolvidos serviços de saúde baseados na mobilidade.

A utilização da tecnologia para monitorizar, promover cuidados e maior adesão aos tratamentos de saúde, já é uma realidade que facilita a maior integração entre equipa multiprofissional e o utilizador/utente. Essa funcionalidade tornou-se possível pelo progresso mundial do ciberespaço, associado à chegada das aplicações para smartphones (Apps), que possuem, entre suas características, a fácil utilização e o maior acesso a informação pelos utilizadores.

A utilização de aplicações móveis de saúde por parte dos utilizadores proporciona benefícios a nível da mobilidade, a ubiquidade, a conetividade instantânea, a conveniência e a personalização são constantemente procuradas pelos utilizadores como forma de ultrapassar barreiras geográficas, temporais e organizacionais.

Assim, os dispositivos móveis (e em particular o smartphone) revestem-se destes elementos, o que leva a que a população recorra a estas plataformas pela sua capacidade facilitadora ao nível dos serviços de saúde.

As apps constituem um elemento central de novos modelos de negócio da saúde, surgem com a efetiva relevância das aplicações de saúde nos telemóveis (apps) para a prática clínica e para o interesse comercial dos profissionais de saúde. Na perspetiva do empreendedor e empresário em nome individual (ou de pequena clínica) seguida pela grande maioria dos profissionais em Portugal.

Havendo uma grande diversidade de apps para a saúde, a sua classificação é ainda um tema em aberto e muito atual. Para fins de simplificação, podemos assumir que têm sido desenvolvidas cinco tipos de apps para o setor da saúde do que se observa em Portugal:

– Apps de Estilo de Vida.
– Apps hospitalares.
– Registo Eletrónico de Saúde Individual.
– Apps para gestão clínica e investigação farmacológica.
– Apps para tele-saúde e tele-cuidados.

Há ainda um conjunto de apps que são uma espécie de híbridos pois combinam características e funções de várias das tipologias indicadas, nomedamente as apps direcionadas para os serviços de saúde domiciliário com multiprofissionais (clínicas ou em nome individual) a disponibilizarem os seus serviços, e que apresentam vantagens em duas grandes áreas:

1 – A nível dos profissionais, entre outras vantagens tem a possibilidade de publicitação dos seus serviços habitualmente de uma forma gratuita,redução em recursos administrativos e físicos no exercício da sua atividade, atualização de tarifários dos serviços a qualquer hora do dia e dispor de serviços para além da sua área de influência.

2 – Na ótica do utilizador / utente, diversidade de serviços na mesma app, forma fácil de escolher um serviço apenas à distância de um click, chegar ao profissional ideal ao preço mais competitivo (possibilidade de comparar preço).

As Apps podem representar um importante instrumento de suporte nas tomadas de decisão das clínicas/ profissionais de saúde quando voltadas para o acompanhamento das condições de saúde da população, desde a utilização de informações para a prática de hábitos saudáveis, até no controle do uso de fármacos de forma efetiva.

Têm também um papel inovador na promoção de serviços domiciliários para episódios de doença temporária/prolongada ou mesmo para o paciente se manter no conforto do seu lar.