Terapia da fala: o que é?

O Terapeuta da Fala é um profissional de saúde que previne, avalia e intervém em perturbações da comunicação verbal. O seu trabalho inclui o estudo e análise das funções associadas à expressão e compreensão da fala e de outras formas de comunicação não verbal, além da análise da função de deglutição.

A prática médica do Terapeuta da Fala inclui desde recém-nascidos até pessoas idosas, sempre com o objetivo de otimizar as capacidades de comunicação e de deglutição.

Terapia da fala: quais os sinais nas crianças?

São muitos os sinais de um problema de fala nas crianças, que se podem manifestar desde muito cedo. Apesar de cada criança ter um tempo próprio de desenvolvimento, é importante estar atento a certos sinais. A Givecare dá a conhecer alguns, de acordo com a idade.

Terapia da fala: os sinais dos nascimento até aos 6 meses.

Como já referimos, cada criança tem o seu tempo de crescimento. Ainda assim, é importante dar atenção aos sinais de que podem necessitar de intervenção de um Terapeuta da Fala. Até aos seis meses de idade, é importante reconhecer alguns sinais como:

  • falta de reação a sons:
  • não sorrir;
  • não estabelecer contacto visual.

Terapia da fala: os sinais entre os 6 e os 12 meses.

Com o crescimento, o bebé deverá evoluir no seu comportamento. Deve prestar atenção a:

  • falta de emissão de sons (por exemplo: “mamama” ou “bababa”);
  • não reação ao nome quando o chama;
  • não reagir a sons familiares.

Terapia da fala: os sinais entre os 18 e os 24 meses.

  • Não compreensão de instruções simples;
  • vocabulário reduzido – entre 4 e 6 palavras;
  • não diz palavras simples.

Terapia da fala: os sinais entre os 2 e os 3 anos.

  • Não faz perguntas sobre o que vê;
  • não tem capacidade de construir frases com duas ou mais palavras;
  • o vocabulário é inferior a 200 palavras.
  • recorre mais a gestos do que a palavras para se expressar;
  • apresenta dificuldades em imitar gestos/danças simples associados a músicas infantis.

Terapia da fala: os sinais entre os 3 e os 4 anos.

Nesta fase a criança já deverá apresentar um quadro de comunicação mais desenvolvido. É importante estar atento a comportamentos, como:

  • padrão de fala pouco inteligível para os interlocutores;
  • incapacidade de produzir frases simples;
  • incapacidade de nomear as coisas, utilizando palavras como “isto” e/ou “coisa”;
  • não compreende ordens simples, a não ser que sejam ditas de forma lenta ou acompanhadas de pistas visuais, como apontar.

Terapia da fala: os sinais dos 4 aos 5 anos.

A partir dos 4 anos a criança deverá ser mais autónoma na sua comunicação com pais, família e outras crianças. Deve atender a eventuais sinais que surjam, como:

  • omissão ou troca de sons nas palavras;
  • dificuldade em obedecer a instruções simples;
  • confusão na resposta a questões relacionadas com o “ontem” ou o “amanhã”;
  • dificuldade em começar ou repetir uma palavra, parecendo gaguejar;
  • incapacidade ou limitação em contar uma história e/ou na descrição de acontecimentos da rotina diária.

Terapia da fala: os sinais dos 5 aos 6 anos.

O início da escolaridade merece a atenção de pais e a ajuda de professores, uma vez que os mais novos passarão mais tempo na escola. Alguns sinais que poderão indicar a necessidade de terapia da fala são:

  • utilização de frases mal estruturadas;
  • articulação incorreta das palavras;
  • discurso incoerente e desorganizado, que não responda a uma questão colocada;
  • incapacidade de manter e explorar um tema de conversa;
  • dificuldade em distinguir sons da fala – como “mota” e “bota”.

Procure a ajudar de um profissional ao domicílio.

Se detetar os sinais descritos acima poderá ser importante para a criança ter sessões de terapia da fala. Na aplicação Givecare pode encontrar os profissionais de que precisa e realizar este tipo de sessões na sua casa. Deste modo diminuirá o impacto no seu dia a dia e do seu filho.

Todos os profissionais na aplicação Givecare são validados pela nossa equipa, para que possam prestar a melhor assistência.

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O que faz um Terapeuta Ocupacional?

Um Terapeuta Ocupacional tem como missão promover o bem-estar e a qualidade de vida de pessoas de todas as idades. Um Terapeuta Ocupacional começa por observar a atividade da pessoa que necessitará da sua ajuda de modo a perceber a intervenção a realizar.

O trabalho do Terapeuta Ocupacional dedica-se a três dimensões: a pessoa, a sua ocupação e o ambiente em que se insere. As ocupações vão desde os cuidados diários como tomar banho, vestir-se, alimentar-se; o lazer ou com a produtividade, seja no emprego ou em situações de voluntariado, por exemplo.

Quem pode ser ajudado por um Terapeuta Ocupacional?

O Terapeuta tem qualificação para ajudar desde recém nascidos até pessoas idosas. Trabalha áreas diversas, como a saúde mental, a reabilitação física, a neurológica, entre outras.

 

O Terapeuta Ocupacional dedica-se ajudar pessoas com quadros clínicos específicos, como:

  • pessoas com artrite reumatóide e/ou dor crónica;
  • pessoas que tenham sofrido um AVC;
  • vítimas de traumatismo crânio-encefálico;
  • pessoas que utilizem prótese articular;
  • casos de lesão vertebro-medular;
  • doentes de Alzheimer ou outras demências;
  • pessoas com problemas de equilíbrio;
  • doentes oncológicos;
  • pessoas com esclerose múltipla;
  • indivíduos com paralisia cerebral;
  • vítimas de disfunção cognitiva.

Terapeuta Ocupacional: a importância do serviço ao domicílio.

As pessoas que podem necessitar da intervenção de um Terapeuta Ocupacional podem ter limitações na sua mobilidade ou, em alguns casos, terão dificuldades em mudança de rotinas, como a deslocação a um consultório.

Por essa razão, a deslocação ao domicílio nestes casos é essencial para que o tratamento seja o mais eficaz possível.

Na aplicação Givecare pode encontrar os Terapeutas Ocupacionais de que precisa e realizar este tipo de sessões na sua casa. Todos os Terapeutas Ocupacionais inscritos na aplicação Givecare são validados pela nossa equipa, para que possam prestar a melhor assistência.

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Ansiedade e regresso às aulas: um sentimento comum entre as crianças.

O final das férias significa uma mudança na rotina dos mais novos, que pode dar origem a sentimentos de ansiedade. Estes sentimentos podem ser maiores em caso de crianças que evoluem no ciclo de aprendizagem, que os leva a uma nova turma ou uma nova escola. Em tempos de pandemia, estes desafios podem aumentar o nível de ansiedade. Aprenda os sinais e sabia como lidar com a ansiedade no regresso às aulas.

Identificar a ansiedade nos mais novos.

Aprender a identificar a ansiedade nos mais novos, nesta altura em que as aulas vão recomeçar, é o primeiro passo para ajudar os seus filhos. Alguns sinais a que deve prestar atenção:

  • Inquietação.

Perceba se os seus filhos estão mais inquietos e tente conversar com eles, para perceber a fonte dessa inquietação.

  •  Fadiga.

Os seus filhos podem mostrar mais fadiga que o normal, um possível indício de ansiedade.

  • Dificuldade em concentrar-se.

O início das aulas e a adaptação a uma nova realidade podem levar a uma dificuldade maior em concentrarem-se nas aulas ou mesmo em casa, quando fazem os trabalhos de casa.

  • Dificuldade em dormir.

Eles acordam a meio da noite ou têm mesmo dificuldade em adormecer? Verifique se acontece.

  • Preocupação excessiva.

Crianças que se preocupam demasiado com os trabalhos a realizar ou com eventos diários poderão ter problemas de ansiedade.

Alguns conselhos para si, para ajudar o sentimento de ansiedade no regresso às aulas.

Ser mãe e pai no regresso às aulas pode ser difícil. Mas existem alguns conselhos que pode seguir para ajudar as suas crianças.

  • Preparar o regresso.

De forma antecipada, prepare os mais novos para o regresso às aulas. Num ano em que a utilização de máscaras passa a ser normal, converse de forma calma com os seus filhos sobre como as utilizar. Se os seus filhos não precisam de usar máscara, vão encarar essa realidade diariamente. Faça-os perceber que é normal que os professores as utilizem.

  • Preste mais atenção aos seus filhos.

A incerteza que vivemos, devido à pandemia, deve ser minorada junto das crianças. Converse e tente perceber se eles se sentem mais ansiosos. Acalme-os e, caso seja necessário, mostre-lhes que é normal ter a ajuda de um profissional.

  • Transmita segurança.

Os pais são o reduto de segurança para os filhos. Evite transmitir-lhes as suas inseguranças e promova a conversa. Pode, por exemplo, levar os seus filhos a um sítio de que gostem para que se “abram” e conversem consigo.

  • Crie rotinas.

As crianças precisam de um espaço de liberdade, para que possam pôr a sua criatividade em prática. Mas é importante criar rotinas diárias. A preparação do material escolar, a criação de um espaço e horas para que possam estudar ou brincar é importante para reduzir a ansiedade que possam sentir.

Procure a ajuda de um profissional ao domicílio.

Se sentir que os seus filhos continuam a ter sentimentos de ansiedade, conte com a ajuda de um psicólogo ao domicílio. Para os seus filhos é um modo de estarem num local que conhecem, menos stressante, e terem a ajuda de que precisam para se sentirem menos ansiosos.

Na aplicação Givecare encontra um conjunto psicólogos que podem ajudar neste regresso às aulas.

Todos os profissionais na aplicação Givecare são validados pela nossa equipa, para que possam prestar a melhor assistência.

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Dor no fundo das costas. O que é?

A dor no fundo das costas, dor lombar ou lombalgia, é um problema que quase todos os adultos sentem ao longo da vida, com alta incidência em países mais desenvolvidos, e uma das maiores causas de consultas médicas e faltas ao trabalho.

A dor nas costas pode estar relacionada com problemas da coluna lombar, podendo haver outras causas, que podem dificultar o diagnóstico.

Dor no fundo das costas. As causas.

A lombalgia pode ter causas muito diversas. Pode surgir após um movimento ou a pegar num determinado objeto – de nome lombalgia de esforço. Num grande número de pessoas, esta dor nas costas é crónica e relaciona-se com as modificações do corpo à medida que envelhece. Estas modificações podem iniciar-se cedo e tornam a coluna mais vulnerável à dor, sobretudo devido a atividades laborais ou recreativas pesadas.

As outras causas da lombalgia podem ser lesões ou degeneração dos discos que se situam entre as vértebras, espondilose, espondilolistese ou estenose vertebral. A gravidez também pode ser causa de dores lombares, condição que se resolve após o parto.

Dor no fundo das costas. Como tratar?

A lombalgia é tratada em muitas situações sem recurso a cirurgia. O tratamento mais comum nestes casos será feito através de:

-Medicamentos prescritos pelo médico que ajudam a aliviar a dor ;

-Repouso temporário, embora esta medida seja desaconselhada, preferindo-se uma recuperação ativa;

-Fisioterapia, com recurso a diversos métodos para reduzir a dor em combinação com atividade de reforço muscular.

Em todo o caso, é sempre recomendável a consulta de um médico, de modo a serem realizados testes de diagnóstico com o objetivo de localizar a causa e prescrição do tratamento certo para cada caso.

Prevenção da lombalgia.

A prevenção total do problema da dor no fundo das costas não é possível. Mas existem várias ações a realizar que ajudam a reduzir o seu impacto.

-Prática de exercício físico adequado à sua idade e condição física;

-Dieta equilibrada e variada;

-Evitar o tabaco;

-Ter sempre uma postura correta, seja em pé, sentado ou sempre que são levantados objetos;

-Fazer pequenas pausas durante o trabalho, de modo a variar a posição.

Dores nas costas: a importância de um fisioterapeuta.

Um fisioterapeuta é o profissional de saúde que pode ajudar nas situações de dores de costas. O conhecimento de um fisioterapeuta inclui métodos como a aplicação de calor, gelo, massagem, ultrassons ou eletroestimulação.

Um fisioterapeuta é também capaz de acompanhar com um programa de reforço muscular ou treino cardiovascular para tratar da dor nas costas.

Na aplicação Givecare encontra um conjunto de terapeutas certificados que podem ajudar na sua recuperação.

Todos os profissionais na aplicação Givecare são validados pela nossa equipa, para que possam prestar a melhor assistência.

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Envelhecimento da população.

O envelhecimento da população em Portugal é um facto que se observa há já vários anos. A melhoria das condições de vida, a evolução da medicina e das respetivas infraestruturas levaram a um aumento da esperança média de vida. Por outro lado, a diminuição da natalidade leva a que não ocorra uma renovação da pirâmide demográfica.

Esta realidade levou ao aumento dos cuidados com a saúde dos mais idosos, para que envelheçam com saúde.

Envelhecer com saúde: cuidados básicos.

Garantir os cuidados básicos aos mais idosos é obrigatório para manter a sua dignidade e ajudar a prolongar a sua vida. Os cuidados de higiene e apoio na alimentação são dois serviços prestados por um auxiliar de geriatria, essenciais para a vida, sobretudo dos idosos que se encontrem acamados.

Envelhecer com saúde: exercício físico.

O exercício físico é importante durante toda a vida. Mas para envelhecer com saúde ele torna-se ainda mais importante. Os auxiliares de geriatria são profissionais de saúde importantes, uma vez que têm a formação certa para implementar os exercícios adaptados para a condição física de cada idoso.

 

Envelhecer com saúde: estimulação mental.

A parte mental é também importante para envelhecer com saúde. Exercícios de lógica, matemática ou linguísticos são algumas das estratégias utilizadas para estimular mentalmente os mais velhos.

Ouvir as histórias que muitos têm para contar é também um modo de estimular a memória e a fala, para que se mantenham ativos.

Envelhecer com saúde: vida social.

A vida social é também importante para os mais idosos. Estimulá-la através de encontros com outros idosos ou mesmo com membros da família ajuda a que não se isolem.

Envelhecer com saúde: importância de um auxiliar de geriatria.

Um auxiliar de geriatria pode prestar serviços de saúde em casa ou lares de terceira idade. Na aplicação Givecare pode encontrar vários auxiliares de geriatria que podem ir a sua casa e contribuir para uma vida mais tranquila dos seus idosos.

Todos os profissionais na aplicação Givecare são validados pela nossa equipa, para que possam prestar a melhor assistência.

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Obesidade: a epidemia em tempos de pandemia.

A obesidade é um problema de saúde à escala mundial. Um problema que levou a Organização Mundial de Saúde a considerá-la como a epidemia do século XXI.

Os números mostram que a obesidade duplicou entre 1980 e 2014, afetando 600 milhões de pessoas em todo o mundo. Em Portugal, mais de metade da população adulta tem excesso de peso (cerca de 52%, segundo o Inquérito Nacional de Saúde de 2014). Mais preocupante é o facto de 31,6% das crianças entre os 6 e os 8 anos terem excesso de peso ou obesidade.

Obesidade: as causas desta epidemia.

A alimentação é, sem dúvida, a principal causa do excesso de peso e da obesidade, um facto que se pode inferir pela maior ingestão de calorias por parte da população mundial. O aumento do consumo de alimentos ricos em açúcar, sal e gordura acontece, sobretudo, em países ocidentais graças à escolha de produtos processados e ultraprocessados em detrimento de frutas e vegetais.

A educação para a alimentação e a falta de rendimentos podem ser outras das causas para uma maior prevalência da obesidade.

Além da alimentação o estilo de vida sedentário, com pouca prática de exercício físico, acentua este problema. A obesidade traz consigo outros problemas como a hipertensão arterial, a diabetes tipo 2 ou o aumento de cancros.

Obesidade e confinamento

Os sucessivos confinamentos que acontecem desde março de 2020, altura em que o SARS-CoV-2 se tornou uma realidade à escala mundial, podem ter contribuído para um aumento de peso da população. Assim, terão surgido mais casos de excesso de peso e obesidade, sobretudo entre os mais novos e os mais velhos.

Os adiamentos de muitas consultas devido à pandemia poderá ter feito com que menos pessoas fossem atendidas nos vários hospitais, agravando ainda mais o problema, que já era bastante grave.

Obesidade e Covid-19

A obesidade é um fator de risco para o desenvolvimento da Covid-19. Diferentes estudos científicos citados na imprensa mostram uma maior vulnerabilidade das pessoas obesas para desenvolverem a forma mais grave da Covid-19.

Parte desta vulnerabilidade prende-se com as doenças concomitantes da obesidade, como a diabetes tipo 2 ou a hipertensão arterial, que diminuem a eficácia do sistema imunitário.

Nutricionistas, os aliados contra a obesidade.

Atingir o peso ideal é um objetivo para todos. E o melhor aliado para aí chegar é com o acompanhamento de um nutricionista. Este profissional de saúde vai desenhar um plano de alimentação, exercício e de práticas para que qualquer pessoa consiga atingir o peso ideal.

A Givecare disponibiliza nutricionistas ao domicílio. À distância de um clique encontra o melhor aliado para ajudar no caminho em direção ao seu peso ideal e a uma vida mais saudável.

Descarregue a aplicação.

 

 

 

Saúde mental e pandemia

A pandemia da SARS-CoV-2 afetou a nossa saúde mental. Durante mais de um ano vivemos entre o medo de contrair a doença e o de a transmitir a outra pessoa. Foi um ano de confinamentos e aberturas sucessivas, de muita informação e desinformação.

Estas alterações constantes à realidade provocaram em muitas pessoas problemas de saúde mental, que se poderão prolongar durante muitos anos.

 

 

A sua saúde mental depende da sua respiração.

Pode parecer um lugar-comum mas respirar de forma profunda de forma repetida ajuda a relaxar. Ao fazer este pequeno exercício está a transmitir ao seu cérebro que deve relaxar. E isso contribui para que a sua mente também reduza a sua atividade, ajudando à sua saúde mental.

 

 

Pela sua saúde mental, converse.

Durante a pandemia fomos utilizando plataformas online para conversar com outras pessoas. Não é o cenário ideal, uma vez que não há presença física, mas é uma forma de manter a sua sanidade mental.

Conversar com amigos e família faz com que expresse as suas ansiedades, ajuda a que se sinta melhor e é uma forma de despertar o riso, que pode ajudar à sua saúde mental. O riso ajuda a relaxar, a recuperar energias e contribui para um melhor humor.

 

 

Saúde mental e rotinas.

A rotina ajuda a estabelecer regras. E as regras ajudam a que a sua mente esteja mais organizada. Mesmo em confinamento, siga as mesmas regras de um dia normal.

Algumas dicas para manter uma rotina, mesmo estando em casa:

-Levante-se e deite-se à mesma hora;

-Cuide da sua higiene pessoal;

-Alimente-se de forma saudável e, sempre que possível, à mesma hora;

-Faça exercício físico. Praticar desporto ajuda a que o corpo relaxe. E só precisa de 10 minutos diários;

-Divida o tempo de trabalho e o tempo para descanso;

-Guarde algum tempo para fazer algo de que gosta: cozinhar, tocar um instrumento ou mesmo meditar;

-Faça intervalos regulares se trabalha em frente a um ecrã.

 

 

Não exija demasiado de si.

Há dias melhores do que outros. Nos dias menos bons, não se autoimponha regras demasiado rígidas. Aceite que há dias mais produtivos do que outros.

Reduza o tempo a ver, ler ou ouvir notícias. Tenha contacto com elas apenas a horas determinadas do dia, de modo a não pressionar a sua saúde mental por ansiedades ou medos criados devido à situação atual.

 

 

Peça ajuda a um profissional.

Se ainda não se sente à vontade para sair de casa e procurar um psicólogo que ajude a ultrapassar os problemas que a sua saúde mental enfrenta, peça um psicólogo ao domicílio.

A aplicação Givecare disponibiliza o serviço de saúde ao domicílio.

 

Serviços de Saúde ao domicílio ganham terreno!

A opção por cuidados de saúde no domicílio tornou-se uma tendência crescente, tendo em consideração a oferta de serviços disponíveis, assim como a comodidade da sua realização num ambiente familiar.

A diversidade de serviços de saúde domiciliar que um utente pode receber em casa é ilimitada. Dependendo das necessidades do mesmo, o atendimento pode variar desde atos de enfermagem a serviços terapêuticos e médicos especializados.

Quais são os diferentes tipos de serviços de saúde ao domicilio?

  • Consulta médica:  O médico pode visitar o utente em casa para diagnosticar e tratar a (s) doença (s).
  • Cuidados de enfermagem:  Será porventura a forma mais comum de assistência domiciliar na área da saúde. Os cuidados de enfermagem podem incluir tratamentos, administração de medicação, avaliação de sinais vitais do utente, acompanhamento, controle da dor e outros recursos de saúde.
  • Terapia Ocupacional e Terapia da Fala:  Alguns utentes podem precisar de ajuda para reaprender como realizar as tarefas diárias ou melhorar a fala após uma doença ou lesão. O terapeuta pode elaborar um plano de cuidados para ajudar o paciente a recuperar ou fortalecer o uso dos músculos e articulações. Um terapeuta ocupacional pode ajudar um paciente com deficiências físicas, de desenvolvimento, sociais ou emocionais a reaprender a realizar funções diárias como comer, tomar banho, vestir-se.  Um terapeuta da fala pode ajudar um utente com a fala alterada a recuperar a capacidade de se comunicar com clareza.
  • Consulta de Nutrição. Os nutricionistas podem deslocar-se ao domicílio do utente e realizar avaliações dietéticas, assim como orientar e instituir um plano de tratamento.
  • Fisioterapia. Seguindo um plano de reabilitação previamente delineado, o terapeuta alia conhecimentos e dispositivos no sentido de recuperar funções motoras e promoção da independência do utente.
  • Outras especialidades.

Smartphone, Apps e Serviços de Saúde

Num mundo cada vez mais globalizado e em que o tempo é escasso, todas as ferramentas que permitam otimizar tarefas são alvo de grande adesão por parte da sociedade.

De acordo com a líder em tecnologias de informação CISCO, a perspetiva era de que os dispositivos e conexões móveis inteligentes representassem, no ano de 2020, 72% do total de dispositivos e conexões móveis e fossem responsáveis por 98% do tráfego de dados móveis.

Adicionalmente, as estatísticas previam que nesse ano a população com pelo menos um telemóvel vai exceder o número de pessoas com eletricidade.

Em termos de dispositivos individuais, os smartphones dominam o tráfego móvel e a sua proliferação está a aumentar tão rapidamente que se espera que mais pessoas tenham smartphones (5,4 mil milhões) do que eletricidade (5,3 mil milhões), água corrente (3,5 mil milhões) e automóvel (2,8 mil milhões).

O setor da saúde não foge à regra e tem sido alvo de várias transformações, principalmente ao nível da eficiência dos serviços, pelo que ao longo da última década têm sido desenvolvidos serviços de saúde baseados na mobilidade.

A utilização da tecnologia para monitorizar, promover cuidados e maior adesão aos tratamentos de saúde, já é uma realidade que facilita a maior integração entre equipa multiprofissional e o utilizador/utente. Essa funcionalidade tornou-se possível pelo progresso mundial do ciberespaço, associado à chegada das aplicações para smartphones (Apps), que possuem, entre suas características, a fácil utilização e o maior acesso a informação pelos utilizadores.

A utilização de aplicações móveis de saúde por parte dos utilizadores proporciona benefícios a nível da mobilidade, a ubiquidade, a conetividade instantânea, a conveniência e a personalização são constantemente procuradas pelos utilizadores como forma de ultrapassar barreiras geográficas, temporais e organizacionais.

Assim, os dispositivos móveis (e em particular o smartphone) revestem-se destes elementos, o que leva a que a população recorra a estas plataformas pela sua capacidade facilitadora ao nível dos serviços de saúde.

As apps constituem um elemento central de novos modelos de negócio da saúde, surgem com a efetiva relevância das aplicações de saúde nos telemóveis (apps) para a prática clínica e para o interesse comercial dos profissionais de saúde. Na perspetiva do empreendedor e empresário em nome individual (ou de pequena clínica) seguida pela grande maioria dos profissionais em Portugal.

Havendo uma grande diversidade de apps para a saúde, a sua classificação é ainda um tema em aberto e muito atual. Para fins de simplificação, podemos assumir que têm sido desenvolvidas cinco tipos de apps para o setor da saúde do que se observa em Portugal:

– Apps de Estilo de Vida.
– Apps hospitalares.
– Registo Eletrónico de Saúde Individual.
– Apps para gestão clínica e investigação farmacológica.
– Apps para tele-saúde e tele-cuidados.

Há ainda um conjunto de apps que são uma espécie de híbridos pois combinam características e funções de várias das tipologias indicadas, nomedamente as apps direcionadas para os serviços de saúde domiciliário com multiprofissionais (clínicas ou em nome individual) a disponibilizarem os seus serviços, e que apresentam vantagens em duas grandes áreas:

1 – A nível dos profissionais, entre outras vantagens tem a possibilidade de publicitação dos seus serviços habitualmente de uma forma gratuita,redução em recursos administrativos e físicos no exercício da sua atividade, atualização de tarifários dos serviços a qualquer hora do dia e dispor de serviços para além da sua área de influência.

2 – Na ótica do utilizador / utente, diversidade de serviços na mesma app, forma fácil de escolher um serviço apenas à distância de um click, chegar ao profissional ideal ao preço mais competitivo (possibilidade de comparar preço).

As Apps podem representar um importante instrumento de suporte nas tomadas de decisão das clínicas/ profissionais de saúde quando voltadas para o acompanhamento das condições de saúde da população, desde a utilização de informações para a prática de hábitos saudáveis, até no controle do uso de fármacos de forma efetiva.

Têm também um papel inovador na promoção de serviços domiciliários para episódios de doença temporária/prolongada ou mesmo para o paciente se manter no conforto do seu lar.

Gripe e constipação: sintomas e prevenção!

Os termos gripe e constipação são frequentemente usados durante os meses de Outono/Inverno para descrever sinais e sintomas do foro respiratório. Na verdade, ambas as doenças resultam de infeções virais embora os viros sejam diferentes, pelo que as doenças também se comportam de maneira diferente.

A Gripe, afeta o sistema respiratório (pulmões e vias respiratórias), a sua transmissão é feita através de espirros ou de tosse, quando a pessoa infetada tosse. Também pode ocorrer por contacto (uso de objetos que estejam contaminados com secreções de alguém infetado).

É característica por apresentar sintomas de febre, dores de cabeça, tosse, dores de garganta, dores musculares e por vezes olhos inflamados. Os sintomas de gripe duram mais tempo que os da constipação e podem estar associados a febre alta, tremores e dores musculares.

A prevenção é a melhor arma contra a gripe pelo que a vacinação é fundamental, deve ser anual e as pessoas que devem ser vacinadas são as que têm maior risco de ter complicações associadas a doença.

Evitar o contágio com o uso de máscara, lavagem frequente das mãos, tossir ou espirrar diretamente para um lenço de papel (não usar as mãos).

A Constipação, caracteriza-se por ser uma infeção das vias respiratórias superiores, geralmente ligeira. A transmissão ocorre por contacto de secreções respiratórias de pessoa infetada, através das mãos, da tosse, espirros ou proximidade entre indivíduos.

Característica por apresentar congestão e corrimento nasal intenso, comichão e vermelhidão no nariz, diminuição ou perda do cheiro e paladar, espirros, olhos lacrimejantes, dor de cabeça e/ou de garganta e febre ligeira. São sintomas que tende a durar por um período mais curto de tempo comparativamente aos da gripe.

Prevenir o contágio é fundamental através do uso de máscara, lavagem frequente das mãos, tossir ou espirrar diretamente para um lenço de papel (não usar as mãos).

Habitualmente as pessoas ao fim de cinco a sete dias recuperam da sintomatologia, devem nesse período procurar descansar bem, ingerir muitos líquidos e tomar medicamentos não sujeitos a receita médica para alívio de sintomatologia, se necessário. Consulte um médico para quadros grave da doença.